Veja o vídeo (Copa São Paulo de Juniores - Flamengo x Desportivo Brasil)
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
MAQUEIRO TRAPALHÃO
Imagine você, jogador de futebol, está contundido em campo. O maqueiro entre em campo para tirá-lo e o que acontece?
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
ROGER FEDERER VOLTA A DAR SHOW, BATE AMIGO E AGORA ESTÁ NA SEMIFINAL DO AUSTRÁLIA OPEN
Após uma semana de ausência no blog, volto a escrever no Bola na caixa. Na madrugada de hoje pude acompanhar uma partida do Austrália Open. Um duelo de suíços amigos. De um lado o maior tenista de todos tempos e atual número 2 no ranking da ATP, Roger Federer, e do outro Stanislas Wawrinka, atual número 19.
No duelo dos compatriotas, o ex-número 1 do mundo não deu chances ao amigo. Federer está voando em quadra. Fechou o jogo em 3 sets a 0 (6-1, 6-3 e 6-3), com um tênis de dar inveja. Proporcionou lances sensacionais. Esta é a oitava semifinal seguida que Roger Federer irá fazer no Austrália Open. O suíço espera o confronto de quarta-feira entre Djokovic e Berdych para saber quem irá enfrentá-lo.
O primeiro set foi um passeio. Federer manteve seu primeiro saque e começou bem a partida com um 6/1. Roger contou com valicos de Wawrinka. O número 19 do ranking pecou em seu ponto forte, à esquerda. Foram muitos erros não forçados, o que contribuiu para a perda do set.
No segundo set, Wawrinka voltou determinado a atrapalhar a vida do compatriota. Porém, não soube aproveitar as chances de quebrar o saque de Federer, em várias oportunidades. Foi neste set que a torcida vibrou com a técnica do ex-número 1, que deu diversos golpes fantásticos, como uma curtinha inalcançável e um Gran Willy (golpe executado por baixo das pernas) Experiente, o tenista quebrou o saque do amigo no oitavo game e fechou em 6/3.
Vendo que seria impossível vencer Federer, que estava numa tarde bastante inspirada, restou a Wawrinka esperar o término do jogo. Roger quebrou logo de cara o serviço do adversário no terceiro set e abriu 3 a 0. Inclusive, após a quebra, Wawrinka se irritou e jogou a raquete no chão, quebrando-a. Devido ao lance, o jogador tomou uma advertência do árbitro do jogo. Depois da irritação de Wawrinka os dois tenistas confirmaram seus saques e Federer fechou a partida em 6/3.
No duelo dos compatriotas, o ex-número 1 do mundo não deu chances ao amigo. Federer está voando em quadra. Fechou o jogo em 3 sets a 0 (6-1, 6-3 e 6-3), com um tênis de dar inveja. Proporcionou lances sensacionais. Esta é a oitava semifinal seguida que Roger Federer irá fazer no Austrália Open. O suíço espera o confronto de quarta-feira entre Djokovic e Berdych para saber quem irá enfrentá-lo.
O primeiro set foi um passeio. Federer manteve seu primeiro saque e começou bem a partida com um 6/1. Roger contou com valicos de Wawrinka. O número 19 do ranking pecou em seu ponto forte, à esquerda. Foram muitos erros não forçados, o que contribuiu para a perda do set.
No segundo set, Wawrinka voltou determinado a atrapalhar a vida do compatriota. Porém, não soube aproveitar as chances de quebrar o saque de Federer, em várias oportunidades. Foi neste set que a torcida vibrou com a técnica do ex-número 1, que deu diversos golpes fantásticos, como uma curtinha inalcançável e um Gran Willy (golpe executado por baixo das pernas) Experiente, o tenista quebrou o saque do amigo no oitavo game e fechou em 6/3.
Vendo que seria impossível vencer Federer, que estava numa tarde bastante inspirada, restou a Wawrinka esperar o término do jogo. Roger quebrou logo de cara o serviço do adversário no terceiro set e abriu 3 a 0. Inclusive, após a quebra, Wawrinka se irritou e jogou a raquete no chão, quebrando-a. Devido ao lance, o jogador tomou uma advertência do árbitro do jogo. Depois da irritação de Wawrinka os dois tenistas confirmaram seus saques e Federer fechou a partida em 6/3.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
E SE A MODA PEGA NO BRASIL
Semana passada chegou à notícia de que dois clubes da primeira divisão do Campeonato Russo não participarão da próxima temporada. O motivo, as dívidas. Os times Saturn e Amkar Perm decidiram não participar da temporada 2011/2012 devidos aos altos débitos. Acreditem!
Segundo os jornais russos, a Federação do país decretou que o clube que tiver dívida superior a R$ 43 milhões terá seu nome desligado dos campeonatos nacionais. Agora, os torcedores do Saturn, clube do zagueiro brasileiro Zelão (ex-Corinthians), terão que esperar os dirigentes da equipe quitar as dívidas, como os atrasos de salários de jogadores, para que o time volte à elite do futebol russo.
A medida exemplar da Federação Russa deve-se a uma grande preocupação do país em não arranhar a sua imagem, visto que a Rússia foi à escolhida para sediar a Copa do Mundo de 2018.
Agora, imagine se a moda pega no Brasil. Teríamos campeonato brasileiro? Muito provavelmente não! Pense em um torneio de equipes fantasmas. Se a lei russa valesse aqui teríamos o Brasileirão disputado entre as seguintes equipes: Paraná, Sport, Figueirense, Juventude, Atlético-PR e São Caetano (clubes com menores dívidas). O que acham?
Abaixo, um ranking dos clubes brasileiros endividados (dados da consultora Crowe Horwath RSC):
1º Fluminense – R$ 319,7 milhões
2º Botafogo – R$ 301 milhões
3º Atlético-MG – R$ 293,4 milhões
4º Vasco – R$ 291 milhões
5º Flamengo – R$ 278 milhões
6º Santos – R$ 181 milhões
7º Internacional – R$ 147 milhões
8º Grêmio – R$ 137 milhões
9º Palmeiras – R$ 117 milhões
............................................................
12º Corinthians – R$ 100 milhões
13º Cruzeiro – R$ 98 milhões
16º São Paulo – R$ 67 milhões
Segundo os jornais russos, a Federação do país decretou que o clube que tiver dívida superior a R$ 43 milhões terá seu nome desligado dos campeonatos nacionais. Agora, os torcedores do Saturn, clube do zagueiro brasileiro Zelão (ex-Corinthians), terão que esperar os dirigentes da equipe quitar as dívidas, como os atrasos de salários de jogadores, para que o time volte à elite do futebol russo.
A medida exemplar da Federação Russa deve-se a uma grande preocupação do país em não arranhar a sua imagem, visto que a Rússia foi à escolhida para sediar a Copa do Mundo de 2018.
Agora, imagine se a moda pega no Brasil. Teríamos campeonato brasileiro? Muito provavelmente não! Pense em um torneio de equipes fantasmas. Se a lei russa valesse aqui teríamos o Brasileirão disputado entre as seguintes equipes: Paraná, Sport, Figueirense, Juventude, Atlético-PR e São Caetano (clubes com menores dívidas). O que acham?
Abaixo, um ranking dos clubes brasileiros endividados (dados da consultora Crowe Horwath RSC):
1º Fluminense – R$ 319,7 milhões
2º Botafogo – R$ 301 milhões
3º Atlético-MG – R$ 293,4 milhões
4º Vasco – R$ 291 milhões
5º Flamengo – R$ 278 milhões
6º Santos – R$ 181 milhões
7º Internacional – R$ 147 milhões
8º Grêmio – R$ 137 milhões
9º Palmeiras – R$ 117 milhões
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12º Corinthians – R$ 100 milhões
13º Cruzeiro – R$ 98 milhões
16º São Paulo – R$ 67 milhões
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
O QUE UM SIMPLES JOGO DE CARTAS FAZ
Quando penso que já vi de tudo no esporte me engano. Tivemos mais uma coisa bizarra. Ou melhor, preocupante. Os jogadores do Memphis Grazzlies, O.J Mayo e Tony Allen, brigaram durante um voo da equipe da NBA, após derrotarem o bicampeão Los Angeles Lakers. O motivo, dívidas de jogo.
Segundo jornais locais, O. J. Mayo teria cobrado uma dívida de Tony Allen durante o carteado na volta de Los Angeles. A cobrança gerou irritação de Allen, que discutiu asperamente com o companheiro. Como forma de punir os dois jogadores, o técnico do Memphis, Lionel Hollins, decidiu proibir por tempo indeterminado o jogo de cartas durante as viagens da franquia.
Essa não é primeira confusão que envolve jogos entre jogadores da NBA. Ano passado, o polêmico Gilbert Arenas e seu companheiro de Washington Wizzards, Javaris Crittenton, levaram armas de fogo durante um treinamento da equipe para acertarem suas dívidas de jogo.
Ainda bem que a moda não pegou no Brasil. Imagine o fenômeno, que gosta de reunir em seu apartamento companheiros de equipe para jogar poker, ir cobrar dívidas de jogo de Luxemburgo, outro fanático por cartas. O técnico que se cuide. O Bope e seu escudeiro Ronaldo estão de olho.
Segundo jornais locais, O. J. Mayo teria cobrado uma dívida de Tony Allen durante o carteado na volta de Los Angeles. A cobrança gerou irritação de Allen, que discutiu asperamente com o companheiro. Como forma de punir os dois jogadores, o técnico do Memphis, Lionel Hollins, decidiu proibir por tempo indeterminado o jogo de cartas durante as viagens da franquia.
Essa não é primeira confusão que envolve jogos entre jogadores da NBA. Ano passado, o polêmico Gilbert Arenas e seu companheiro de Washington Wizzards, Javaris Crittenton, levaram armas de fogo durante um treinamento da equipe para acertarem suas dívidas de jogo.
Ainda bem que a moda não pegou no Brasil. Imagine o fenômeno, que gosta de reunir em seu apartamento companheiros de equipe para jogar poker, ir cobrar dívidas de jogo de Luxemburgo, outro fanático por cartas. O técnico que se cuide. O Bope e seu escudeiro Ronaldo estão de olho.
domingo, 9 de janeiro de 2011
JABULANI VOLTA A ATACAR
Seis meses depois, a bola oficial da Copa do Mundo 2010, Jabulani, voltou a dar o ar de sua graça. Ontem, na goleada do Porto sobre o Marítimo por 4 a 1, válida pelo Campeonato Português, a bola foi decisiva no golaço do meio da rua do colombiano Freddy Guarín, do Porto.
Com ou sem bola, o Porto segue líder disparado do Português e continua invicto na temporada 2010/2010.
Abaixo, confira o lance:
Com ou sem bola, o Porto segue líder disparado do Português e continua invicto na temporada 2010/2010.
Abaixo, confira o lance:
SEAHAWKS SURPREENDE SAINTS, E JETS DERRUBA COLTS
Os playoffs da NFL começaram com tudo na noite de ontem. No jogo em que abriu a rodada, o atual campeão do Super Bowl, New Orleans Saints, perdeu de forma surpreendente para o Seattle Seahawks por 41 a 36 e deu adeus ao campeonato. Já o Saints aguarda um adversário na semifinal.
Jogando ao lado de sua torcida, o Seattle foi para o jogo contra o Saints como único time na história da NFL que se classificou para os playoffs com mais derrotas do que vitórias na temporada regular (7 V e 9 D). O quarterback do New Orleans, Drew Brees, bem que tentou. Acertou 39 de 60 passes para 404 jardas e 2 touchdowns.
No entanto, seu rival da noite, o veterano Hasselbeck, também estava com a mão caprichada. O quarterback do Seahawks acertou 22 de 35 passes para 272 jardas, 4 touchdowns e 1 interceptação. Além dele, o running back Marshawn Lynch, estava inspirado. O jogador correu para 131 jardas, sendo que 67 delas foram para touchdown no último quarto do jogo.
Se o primeiro duelo já havia sido bom, o último jogo da noite tinha tudo para ser melhor. E foi o que aconteceu. Finalistas da Conferência Americana no ano passado, Indianápolis Colts e New York Jets foram a campo mais uma vez. De um lado, o quarterback Peyton Manning, e do outro, Mark Sanchez.
O Colts, time da casa, até começou melhor, mesmo sem sete titulares (todos machucados). Após belo passe de Manning, Pierre Garçon avançou 57 jardas e fez o touchdown. O jogo que estava bastante amarrado e com as defesas se sobressaindo, foi para o intervalo com o Colts na frente. Porém, no terceiro quarto, o ataque terrestre do Jets começou a levar vantagem. Com o QB Sanchez errando passes, o jeito era atacar por terra. E funcionou. A campanha da equipe terminou com o TD de LaDanian Tomlinson, empatando o jogo. O Colts conseguiu mais três pontos em um Field goal, enquanto o Jets um TD no último quarto.
O duelo foi dramático até o último segundo. Com o placar em 16 a 14 para o Colts, o Jets, que havia acabado de tomar um Field goal de 50 jardas do experiente Vinatieri, faltando um minuto para o término do jogo, conseguiu um emocionante retorno. A equipe soube controlar o tempo, subiu algumas jardas e faltando 3 segundos para o juiz finalizar o duelo, o kicker Folk foi para a cobrança na linha de 32 jardas e fez o Field goal, virando o placar e dando a vitória ao Jets.
Agora, o New York Jets enfrenta o melhor time da competição, New England Patriots, na semifinal.
Jogando ao lado de sua torcida, o Seattle foi para o jogo contra o Saints como único time na história da NFL que se classificou para os playoffs com mais derrotas do que vitórias na temporada regular (7 V e 9 D). O quarterback do New Orleans, Drew Brees, bem que tentou. Acertou 39 de 60 passes para 404 jardas e 2 touchdowns.
No entanto, seu rival da noite, o veterano Hasselbeck, também estava com a mão caprichada. O quarterback do Seahawks acertou 22 de 35 passes para 272 jardas, 4 touchdowns e 1 interceptação. Além dele, o running back Marshawn Lynch, estava inspirado. O jogador correu para 131 jardas, sendo que 67 delas foram para touchdown no último quarto do jogo.
Se o primeiro duelo já havia sido bom, o último jogo da noite tinha tudo para ser melhor. E foi o que aconteceu. Finalistas da Conferência Americana no ano passado, Indianápolis Colts e New York Jets foram a campo mais uma vez. De um lado, o quarterback Peyton Manning, e do outro, Mark Sanchez.
O Colts, time da casa, até começou melhor, mesmo sem sete titulares (todos machucados). Após belo passe de Manning, Pierre Garçon avançou 57 jardas e fez o touchdown. O jogo que estava bastante amarrado e com as defesas se sobressaindo, foi para o intervalo com o Colts na frente. Porém, no terceiro quarto, o ataque terrestre do Jets começou a levar vantagem. Com o QB Sanchez errando passes, o jeito era atacar por terra. E funcionou. A campanha da equipe terminou com o TD de LaDanian Tomlinson, empatando o jogo. O Colts conseguiu mais três pontos em um Field goal, enquanto o Jets um TD no último quarto.
O duelo foi dramático até o último segundo. Com o placar em 16 a 14 para o Colts, o Jets, que havia acabado de tomar um Field goal de 50 jardas do experiente Vinatieri, faltando um minuto para o término do jogo, conseguiu um emocionante retorno. A equipe soube controlar o tempo, subiu algumas jardas e faltando 3 segundos para o juiz finalizar o duelo, o kicker Folk foi para a cobrança na linha de 32 jardas e fez o Field goal, virando o placar e dando a vitória ao Jets.
Agora, o New York Jets enfrenta o melhor time da competição, New England Patriots, na semifinal.
sábado, 8 de janeiro de 2011
A NOVELA ESTÁ CHEGANDO AO FIM
Parece que a novela envolvendo Ronaldinho Gaúcho e os clubes brasileiros está prestes a acabar. Hoje, enquanto no Rio de Janeiro a presidente do Flamengo anunciava que estava praticamente tudo acertado entre RG, Milan e Fla, a diretoria do Grêmio reuniu a imprensa em Porto Alegre para oficializar a desistência do Tricolor Gaúcho na contratação do craque brasileiro.
Depois de colocar caixas de som no estádio Olímpico e até contratar uma banda de Rock para a apresentação do meia, os dirigentes do Grêmio enxergaram o que todos da imprensa estavam abordando: o leilão feito por A$$i$. Acabaram com essa palhaçada de negociação!
A$$i$ sempre demonstrou frieza nas conversas. Nada de amor ao clube que revelou o seu irmão. Acertou com todos os clubes, inclusive fazendo brinde com os cartolas gremistas, mas nunca se decidiu. Enquanto todos se perguntavam qual o destino de RG, o Palmeiras, que tem Felipão e uma ótima estrutura, o Flamengo, que tem a apaixonada torcida, ou o Grêmio, casa de Ronaldinho Gaúcho. Nenhuma das respostas. A$$i$ sempre quis dinheiro. A cada conversa com um clube e acerto de salário, reivindicava um maior em outro. A disputa ficou ainda mais acirrada após o presidente do Corinthians soltar na imprensa que RG é jogador de R$ 2 milhões. Pronto! Aí os olhos de A$$i$ brilharam.
Na coletiva de imprensa da última quinta-feira, o empresário reuniu a imprensa para falar o que todos sabiam: que o Milan aceitaria negociar o jogador. E mais. Teve a coragem de dizer que a partir daquele instante começaria a negociar com os times. Ué. Então, o que ele havia feito nas churrascarias do RJ era o que com os dirigentes de Palmeiras, Grêmio e Flamengo? Confraternização entre amigos?
RG, que tinha tudo para apagar sua imagem arranhada no Sul e voltar nos braços do povo, conseguiu injetar mais ódio no sangue do torcedor gremista. Não tenho dúvida que será amado no Flamengo, mas ele ganhou um inimigo forte em sua própria casa. Voltar ao Rio Grande do Sul vai ser complicado, senão impossível.
Mas não é somente A$$i$ e RG que estão com a imagem arranhada. A Traffic está com os dias contados no Palmeiras e no Grêmio. A empresa está negociando a vinda do jogador ao Fla e está bancando parte do salário de RG na equipe carioca. Com isso, o presidente do Verdão já avisou que pedirá uma revisão do contrato entre WTorre e Traffic e pode pedir a retirada da empresa do clube (a construtora cedeu a empresa o direito de comercializar o naming rights da Arena Palestra Itália, além dos camarotes do estádio). Além disso, a parceira do alviverde já não investe no clube faz algum tempo, o que tem irritado ainda mais os dirigentes. No Grêmio, os dirigentes já avisaram que estão seriamente decepcionados e que não veem com bons olhos a entrada da empresa no futebol do clube. Ou seja, a Traffic está colecionando inimigos fortes. A política do bom amigo está caindo por terra.
A$$i$ conseguiu o que queria: salário de R$ 1,3 milhão por mês para o irmão, dinheiro para o Milan, camarote exclusivo para RG no estádio do Engenhão e show do grupo Revelação. A festa está armada!
Depois de colocar caixas de som no estádio Olímpico e até contratar uma banda de Rock para a apresentação do meia, os dirigentes do Grêmio enxergaram o que todos da imprensa estavam abordando: o leilão feito por A$$i$. Acabaram com essa palhaçada de negociação!
A$$i$ sempre demonstrou frieza nas conversas. Nada de amor ao clube que revelou o seu irmão. Acertou com todos os clubes, inclusive fazendo brinde com os cartolas gremistas, mas nunca se decidiu. Enquanto todos se perguntavam qual o destino de RG, o Palmeiras, que tem Felipão e uma ótima estrutura, o Flamengo, que tem a apaixonada torcida, ou o Grêmio, casa de Ronaldinho Gaúcho. Nenhuma das respostas. A$$i$ sempre quis dinheiro. A cada conversa com um clube e acerto de salário, reivindicava um maior em outro. A disputa ficou ainda mais acirrada após o presidente do Corinthians soltar na imprensa que RG é jogador de R$ 2 milhões. Pronto! Aí os olhos de A$$i$ brilharam.
Na coletiva de imprensa da última quinta-feira, o empresário reuniu a imprensa para falar o que todos sabiam: que o Milan aceitaria negociar o jogador. E mais. Teve a coragem de dizer que a partir daquele instante começaria a negociar com os times. Ué. Então, o que ele havia feito nas churrascarias do RJ era o que com os dirigentes de Palmeiras, Grêmio e Flamengo? Confraternização entre amigos?
RG, que tinha tudo para apagar sua imagem arranhada no Sul e voltar nos braços do povo, conseguiu injetar mais ódio no sangue do torcedor gremista. Não tenho dúvida que será amado no Flamengo, mas ele ganhou um inimigo forte em sua própria casa. Voltar ao Rio Grande do Sul vai ser complicado, senão impossível.
Mas não é somente A$$i$ e RG que estão com a imagem arranhada. A Traffic está com os dias contados no Palmeiras e no Grêmio. A empresa está negociando a vinda do jogador ao Fla e está bancando parte do salário de RG na equipe carioca. Com isso, o presidente do Verdão já avisou que pedirá uma revisão do contrato entre WTorre e Traffic e pode pedir a retirada da empresa do clube (a construtora cedeu a empresa o direito de comercializar o naming rights da Arena Palestra Itália, além dos camarotes do estádio). Além disso, a parceira do alviverde já não investe no clube faz algum tempo, o que tem irritado ainda mais os dirigentes. No Grêmio, os dirigentes já avisaram que estão seriamente decepcionados e que não veem com bons olhos a entrada da empresa no futebol do clube. Ou seja, a Traffic está colecionando inimigos fortes. A política do bom amigo está caindo por terra.
A$$i$ conseguiu o que queria: salário de R$ 1,3 milhão por mês para o irmão, dinheiro para o Milan, camarote exclusivo para RG no estádio do Engenhão e show do grupo Revelação. A festa está armada!
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