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sexta-feira, 4 de março de 2011

RUSSO CONSEGUE O IMPOSSÍVEL NA NBA

Da série “os vídeos mais bizarros” eu não poderia deixar de abordar o lance ocorrido ontem no jogo entre Denver Nuggets e Utah Jazz, válido pela NBA. Faltando um segundo para acabar o jogo (isso mesmo, 1s), o time do brasileiro Nenê vencia o jogo fora de casa por dois pontos (103 x 101). Na reposição de bola do fundo da quadra para o time visitante, o pivô do Denver, Kenyon Martin, se enrolou com a bola e entregou de graça para o adversário Andrei Kirilenko.

Se a trapalhada tinha acontecido para o time de Denver, o mais bizarro estava por vir. O jogador do time da casa, que estava embaixo da cesta, conseguiu atrapalhar Kenion e roubou a bola. Na hora de fazer a bandeja ou ir para a cravada, o russo teve a proeza de errar o lance e deixar de empatar o jogo, que então iria para a prorrogação. É inacreditável. Vejam com os seus próprios olhos:

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

EM DUELO DE LÍDERES, CELTICS BATE SPURS

Quando falo para meus amigos que adoro assistir NBA muitos dizem que sou louco, que é chato e não tem emoção. Pobres pessoas, não sabem o que falam. Para provar que o melhor basquete do mundo tem sim emoção, assistam alguns lances da partida (ao final do post) entre Boston Celtics e San Antonio Spurs realizada na noite de ontem. Simplesmente fantástico!

Jogando no ginásio TD Garden, em Boston, líder da Conferência Leste, o Celtics (27 vitórias e 7 derrotas), recebeu o primeiro colocado da Divisão Oeste, San Antonio Spurs (29 vitórias e 6 derrotas). O jogo foi digno de suas eventuais posições.

Vindo de contusão, o armador Rajon Rondo mostrou o porquê é o melhor em assistências e em roubos de bola da NBA. O jogador do Boston fez um incrível triplo-duplo, com 12 pontos, 10 rebotes e 22 assistências, além de 6 roubadas de bola. Outros destaques da equipe da casa foram Ray Allen, com 31 pontos, o pivô Glen Davis, que anotou 23 pontos, sua melhor marca na temporada, e o eficiente Paul Pierce, com 18 pontos na partida.

Do lado do Spurs, destaque para sempre ele: Manu Ginobili, que fez 24 pontos e roubou diversas bolas. Porém falhou no momento decisivo da partida (veja abaixo). Quem também contribuiu com a equipe do Texas foi o armador Tony Parker (18 pontos), o pivô Tim Duncan (18 pontos) e Richard Jefferson (14 pontos). O brasileiro Tiago Splitter sequer entrou em quadra.

O jogo ficou apertado durante todo o duelo. Foram poucas variações no placar. Apenas no último quarto o Boston Celtics conseguiu abrir uma diferença de 7 pontos. No entanto, faltando um minuto para acabar, a defesa dos Celtics vacilou em duas jogadas seguidas e Ray Allen, que tem um aproveitamento de 85% na linha dos lances livres, também falhou. Errou os dois arremessos.

Em dois lances seguidos, Ginobili acertou uma bola de três e depois roubou a bola para que R. J. sofresse a falta e, que posteriormente anotasse dois pontos, encostando no placar. Faltando oito segundos para acabar o jogo, 105 a 103 para o Boston, o argentino teve a chance nas mãos. Recebeu a bola após cobrança de lateral, tentou fintar Paul Pierce, mas desajeitado, tomou um toco, jogando por água abaixo a possível vitória heróica. Fim de papo. Vitória do Boston Celtics e segunda derrota seguida do Spurs na competição.

Abaixo alguns lances do duelo:

http://www.nba.com/games/20110105/SASBOS/gameinfo.html?ls=gt2hp0021000516#nbaGIboxscore

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

ORLANDO CAI EM CASA DIANTE DOS MAVERICKS

Um dia após fazer uma série de trocas (veja no post abaixo), o Orlando Magic, jogando em casa, foi derrotado por 105 a 99 pelo “bicho papão” da NBA, Dallas Mavericks.

O jogo foi bastante intenso. As duas equipes se alternaram no placar durante quase todo o duelo. Liderados por Caron Batler, que foi o cestinha da equipe de Dallas com 20 pontos, o time visitante conseguiu uma boa margem de pontos apenas no quarto período (que chegou a 12).

Felizes nas bolas de três pontos, os Mavericks acertaram 13 arremessos, o que afetou diretamente no placar. Ainda desentrosado, o Magic errou alguns passes bobos e esbarrou nos chutes errados de seus jogadores. Apesar de um duplo-duplo na partida (26 pontos e 23 rebotes), Dwight Howard não evitou a derrota do Orlando.

Além do pivô do Magic, vale destacar as atuações dos alas J.J. Redick e J. Nelson, que anotaram 21 e 19 pontos, respectivamente. Pelo Dallas, destaque para o sempre eficiente Dirk Nowitzki, com 19 pontos e oito rebotes.

Opinião do blogueiro

Creio que esta derrota não irá afetar o desempenho do Magic. O time acaba de passar por uma reformulação. Se Gilbert Arenas mantiver a cabeça no lugar, o time de Orlando pode sonhar alto na NBA. Minha ressalva é ainda a ausência de um reserva a altura de Howard.

Abaixo, segue alguns lances da partida:
http://www.nba.com/games/20101221/DALORL/gameinfo.html?nav=scoreboardhome

MERCADO AGITADO NA NBA

Apesar do final da janela de transferências terminar apenas em fevereiro, as franquias da NBA seguem agitando o mercado do basquete americano. No domingo passado, Phoenix Suns, Orlando Magic e Washington Wizards fizeram as “famosas trocas”.

Arenas vai para o Magic
Com medo de o pivô Dwight Howard deixar a equipe, que na próxima temporada terá o passe livre e que atualmente está insatisfeito com a falta de bons jogadores no time, os cartolas do Orlando Magic trataram logo realizar o desejo de seu astro. A franquia mandou Rashard Lewis para o Washington Wizards e recebeu o garoto-problema Gilbert Arenas. Além disso, trouxe Hedo Turkoglu, Jason Richardson e Earl Clark do Phoenix Suns. Em troca cedeu o ala Vince Carter, que vinha fazendo uma temporada irregular, além de Mickael Pietrus e Marcin Gortart.

Na teoria o Magic foi quem se deu melhor. A equipe se reforçou e agora espera fazer frente ao Boston Celtics e Miami Heat, atuais líderes da Conferência Leste. As compras não pararam por aí. O Orlando ainda está de olho no mercado. A equipe irá se desfazer de um de seus armadores (atualmente conta com quatro no elenco) e tentará um pivô para a reserva de D. Howard.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

PIERCE DECIDE E BOSTON VENCE KNICKS EM JOGAÇO

Um dos times mais amados de basquete dos EUA, o New York Knicks recebeu na noite de ontem o “papa títulos” da NBA, Boston Celtics (tem ao todo 17 conquistas). No ginásio Madson Square Garden, aquele mesmo que em a cantora brasileira Ivete Sangalo gravou seu último DVD, a partida foi digna de playoff. De camarote, Spike Lee viu sua equipe perder o jogo por 118 a 116 para o Celtics, com direito a cesta de Paul Pierce a 0.4 do fim do jogo, dando a vitória ao time de Rondon, Allen, Garnett e companhia.


  Stoudemire (NYK) tenta interceptar a cesta de Garnett (BC)
Com direito a provocações, jogadas espetaculares e pontos até o estouro do cronômetro, o duelo entre a equipe que não perdia a nove partidas (NYK) contra a que venceu os últimos onze jogos (BC) não poderia ser diferente. Com um ataque rápido e eficiente, o Knicks ficou todo o tempo à frente do placar. Stoudemire liderou a equipe nova-iorquina com 39 pontos, seguido de Felton com 26 pontos. Por falar no amador, o jogador protagonizou uma cesta espetacular logo no final do segundo quarto. Felton recebeu a bola e rapidamente chutou a dois metros da linha dos três pontos. Fantástico! Como diz o narrador da ESPN, Everaldo Marques, Bingoo!

Os Knicks lideraram ainda no terceiro quarto. Apenas no último período, a 2 min para acabar o jogo que o Boston igualou o placar, numa bola de três do armador Ray Allen, que anotou 26 pontos ao final do duelo.

Após a cesta de Pierce faltando menos de um segundo para acabar, o New York teve a chance de passar a frente com Stoudemire. O ótimo pivô até conseguiu uma cesta de três, o que calaria Paul Pierce, que saiu logo depois de anotar seus dois pontos provocando os torcedores rivais. No entanto, para alívio do técnico do Boston, Dr. Rivers, o trio de arbitragem considerou que o jogador nova-iorquino tinha “chutado” a bola após o estouro do cronômetro. Fim de papo. A derrota em casa freia o ímpeto dos Knicks, enquanto o Boston Celtics segue em arrancada fantástica na NBA.

Aos que não viram os lances da partida, segue abaixo um link com as melhores jogadas:
http://www.nba.com/games/20101215/BOSNYK/gameinfo.html?nav=scoreboardhome

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

DENVER FAZ O DEVER DE CASA E BATE O MAGIC


CA, melhor jogador da partida, vai para a enterrada/Divulgação
Ontem, como de costume, assisti a mais uma partida da NBA. Era o duelo de dois donos de garrafão: Nenê, pelo Denver Nuggets, e o super-man Dwight Howard, pelo Orlando Magic. Fazia tempo que não observava o brasileiro Nenê, que a cada ano vem subindo de produção. A minha impressão não foi à toa. Nenê fez um duplo-duplo (10 pontos e 10 rebotes). Já Howard, sempre regular e um monstro em quadra, anotou 21 pontos e pegou 14 rebotes. A estrela da noite foi o ala de Denver, Carmelo AntHony, que mesmo insatisfeito na equipe (há rumores que o jogador deve se transferir para o New York Knicks), fez 35 pontos e pegou 11 rebotes. O Denver, equipe da casa, fez valer o mando de quadra e bateu o Magic por 111 a 94.

Mas não foi o jogo em si que me chamou a atenção, e sim o fraco desempenho do ala Vince Carter, do Magic. O camisa 15 sempre foi uma das minhas referências na NBA, junto com Kobe Bryant, do Lakers. Cresci vendo Carter fazer cestas e arremessos incríveis, além de enterradas acrobáticas, no Toronto Raptors. Porém, ontem vi um jogador “desencanado” e sem brio. Fez algumas cestas importantes, porém, displicente, errou vários arremessos, incluindo um “air-ball”. Não sei se pelo fato de ele estar voltando de contusão sua movimentação está assim. Ele precisa voltar a render!

Outra questão que me chamou a atenção foi à marcação exagerada e excessiva de faltas dos árbitros. Tudo bem que no ano passado tivemos os jogadores “apitando” os jogos. Porém, agora está muito chato. A NBA, que sempre pregou o contato físico e a disputa acirrada pela bola entre os jogadores, está caindo numa velha contradição. Concordo que em certas situações o juiz precisa ser rigoroso, no entanto, sem abuso de poder. O que vi na madrugada de terça-feira foi uma reclamação, como outra qualquer, de Vince Carter e uma falta técnica contra o jogador do Magic. O que mais me estranhou depois foi à forma com que o juiz o tratou. Por incrível que pareça, conversou normalmente com o atleta. Então, o árbitro se utiliza de seu autoritarismo e marca falta técnica absurda por uma simples reclamação do jogador e depois, como quem não quer nada, escuta a reclamação do atleta? Algo está errado. Se for para marcar falta, que marque duas vezes, poxa. Ah, me esqueci. Duas faltas técnicas eliminam o jogador da partida (será isso o medo de tirar um jogador de quadra?). em outro lance, Nenê também foi advertido. Alguém precisa tomar uma atitude. Está ficando chato.

Creio que os magnatas da NBA precisam rever esse conceito. Nada exagerado é bom. No passado, com a ausência de faltas, e agora, com as excessivas marcações.

Bom, no link abaixo você pode acompanhar alguns lances da partida:
http://www.nba.com/games/20101214/ORLDEN/gameinfo.html?nav=scoreboardhome